categoria | Criminologia, Diritti umani, Vittimologia

La violenza di genere non ha mai fine n.2

Inserito il 05 gennaio 2013 da Maria Rosa DOMINICI

Traggo e riporto queste informazioni da Avaaz,una comunità che segue costantemente le vittimizzazioni  di genere in vari Paesi del mondo,volendo numerare  con riferimenti progressivi, questi articoli… verificare quanti atti violenti e criminali continuano quotidianamente ,sotto ogni latitudine e cultura e fede o credenza,politica ,religiosa ,sociale,contro donne ,bambine ,comunque creature indifese,fragili  condannate da società che non sanno proteggerle

…Il consesso mondiale deve trovare gli strumenti adeguati per fermare tutto ciò…ripeto è un’emergenza che da molti ,troppi anni si sta perpetrando e sta aumentando sempre di piu’,vi è una regressione immensa  nei confronti di un comportamento che ormai rischia di essere socialmente accettato, un comportamento che è dovuto…..

IL RISPETTO DELLA DONNA E DELLA SACRALITA’ DEL SUO CORPO

Cara comunidade da Avaaz,

Uma estudante de 23 anos morreu depois de ser estuprada por uma gangue em um ônibus por horas. Foi a gota d´água na guerra global contra as mulheres. Junte-se aos protestos na Índia, e peça ao governo para reforçar as leis e lançar uma campanha de educação pública para desafiar e envergonhar as atitudes grotescas que levaram a esta violência:

Ela era uma estudante de fisioterapia de 23 anos que pegou um ônibus em Nova Délhi no mês passado. Seis homens trancaram a porta e a estupraram barbaramente por horas, inclusive com uma haste de metal. Eles a abandonaram nua na rua, e depois de corajosamente ter lutado por sua vida, ela morreu na semana passada.

Em toda a Índia, as pessoas estão protestando para dar um basta nesta situação. Na Índia, uma mulher é estuprada a cada 22 minutos, e poucas encontram justiça. Globalmente, 7 em cada 10 mulheres serão abusadas fisica ou sexualmente em sua vida. O horror em Delhi é a gota d´água. Estamos em 2013 e a guerra brutal contra as mulheres no mundo precisar acabar. Podemos começar essa jornada pela Índia.

O governo está aceitando comentários públicos nas próximas 24 horas. Precisamos urgentemente de um melhor policiamento e um concreto programa de educação pública para mudar as atitudes grotescas, mas comuns, do sexo masculino que permitem a violência contra as mulheres. Se 1 milhão de nós nos juntarmos ao pedido por ação, poderemos ajudar a fazer deste terrível episódio a gota d´água e o início de uma nova esperança:

http://www.avaaz.org/po/end_indias_war_on_women/?btxNTbb&v=20673

O líder dos estupradores desta mulher disse friamente que ela mereceu ser violentada, pois ela ousou enfrentá-lo. Culpar a vítima e outras atitudes escandalosas são comuns em toda a sociedade, incluindo os policiais que constantemente deixam de investigar estupros. Tais atitudes reprimem mulheres e corrompem homens em todos os lugares. Campanhas de educação pública concretas alteraram radicalmente o comportamento social em casos como dirigir embriagado e fumar, e podem impactar no tratamento de mulheres. Combater as causas da epidemiad e estupro na Índia é vital, juntamente com leis mais eficientes e processos judiciais mais rápidos.

Anúncios publicitários na Índia são relativamente baratos, portanto, um compromisso de financiamento significativo poderia cobrir vários mercados de mídia por um bom tempo. Os anúncios devem visar subculturas masculinas, onde a conservadora misoginia prospera, desafiando e envergonhando diretamente essas atitudes, idealmente usando figuras populares como atletas, que carregam autoridade com o público.

Temos apenas 24 horas para influenciar a Comissão Oficial criada para encontrar formas de reprimir a onda indiana de violência sexual. Se conseguirmos mostrar o verdadeiro sucesso nas mudanças de atitudes na Índia, o modelo poderá ser aplicado em outros países. O dinheiro gasto pagará a si próprio por meio da redução da pobreza e promoção do desenvolvimento, pois o tratamento e o empoderamento das mulheres têm sido identificado como um dos maiores incentivos de progresso social e econômico. Clique para enviar uma mensagem diretamente para o governo indiano:

http://www.avaaz.org/po/end_indias_war_on_women/?btxNTbb&v=20673

Desde se opor ao apedrejamento de mulheres no Irã e apoiar os direitos reprodutivos femininos no Marrocos, no Uzbequistão e em Honduras, até fazer lobby para uma ação real de combate ao tráfico de mulheres e meninas, a nossa comunidade tem estado na linha de frente da luta para acabar com a guerra contra as mulheres. 2013 começa com uma nova determinação na Índia .

Com esperança e determinação,

Emma, Ricken, Luis, Meredith, Iain, Ian, Marie, Michelle, Alaphia, Allison e toda equipe da Avaaz

MAIS INFORMAÇÕES

Suspeitos de estupro de estudante indiana são indiciados por morte (G1)

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/01/suspeitos-do-estupro-da-estudante-indiana-sao-indiciados.html

Estupro coletivo em ônibus causa comoção na Índia (BBC)

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/12/121219_india_estupro_onibus_rw.shtml

Pai da vítima de estupro na Índia pede execução dos culpados (Estadão)

http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,pai-da-vitima-de-estupro-na-india-pede-execucao-dos-culpados,980093,0.htm

Morre jovem indiana que sofreu estupro coletivo em ônibus (Folha de S. Paulo)

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1207752-morre-jovem-indiana-que-sofreu-estupro-coletivo-em-onibus.shtml

Impunidade Estupros na Índia (Observatório da Mulher)

http://observatoriodamulher.org.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=6885&Itemid=1

Apoie a comunidade da Avaaz!

Nós somos totalmente sustentados por doações de indivíduos, não aceitamos financiamento de governos ou empresas. Nossa equipe dedicada



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Maria Rosa DOMINICI

About

psicologa,psicoterapeuta vittimologa,membro dell'Accademia Teatina delle Scienze,della New York Academy ofSciences,dell'International Ass. of Juvenile and Family Court Magistrates,della Società Italiana di Vittimologia,della W.S.V.,dell'Ass.internazionale di Studi Medico Psico Religiosi.,docente di seminari di sessuologia, criminologia e vittimologia in università Italiane e straniere,esperta per progetti Daphne su tratta di minori e sfruttamento sessuale,creatrice del progetto Psicantropos,autrice di varie pubblicazioni,si occupa di minori e reati ad essi connessi da 40 anni.

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3 Commenti per “La violenza di genere non ha mai fine n.2”

  1. Maria Teresa Sechi scrive:

    Sono d'accordo con te, bisogna fare qualcosa, non si può più stare a guardare… ma cosa possiamo fare se non richiedere al legislatore leggi più severe su questo ormai fuori controllo e grandissimo problema che si riscontra in tutti i paesi del globo?

    • Maria Rosa Dominici scrive:

      credo che anche il legistratore sia impotente,visto che di leggi ,anche se non perfette ,ce ne sono…il problema è nella cultura radicata …di poter dominare,stuprare ,uccidere le donne…oggetto…non persone…come dico da sempresi dovrebbe ripartire dall'educazione…pedagogicamente parlando,come prevenzione…e da leggi che garantiscano la certezza della pena e la tutela della vittima…inoltre ci dovrebbero essere modalità di unitarietà delle leggi ,in tutto il mondo riguardo questo tipo di reati ed assassinii…si sta cercando di uniformare ovunque,per esempio ,le leggi che riguardano i minori…ma ormai sono tantissimi anni di convegni nazionali ed internazionali ed ancora non ci si arriva …ricordo gli incontri del 1997…e ancora siamo per strada…
      l'importante è non arrendersi,prima o poi ce la faremo

    • Maria Teresa Sechi scrive:

      e allora bisogna insistere…. mi piacerebbe vedere da parte delle donne un'alleanza trasversale che vada oltre l'appartenenza politica, l'appartenenza sociale, i confini nazionali e la fede religiosa, a difesa completa della dimensione donna, un equivalente di un "governo ombra" internazionale, molto più "facile" da attuarsi sfruttando le attuali tecnologie e social networks a larga diffusione mondiale come facebook, ma non solo, che possa democraticamente interporsi in tutte quelle aree politiche e sociali in cui permangano o si evidenzino discriminazioni ed ingiustizie per il mondo femminile, creando, dalla piazza virtuale alla "piazza reale" quel movimento di opinione atto a correggere le discriminanti.


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